segunda-feira, 24 de novembro de 2025

A TRADIÇÃO É O PROGRESSO COM ORDEM PELOS POVOS

MANIFESTO: A LIBERTAÇÃO PELA VERDADE E PELO TRABALHO

Uma Nova Visão para os Povos Tradicionais do Maranhão

INTRODUÇÃO: O Fim do Isolamento, o Início da Prosperidade

Meus caros brasileiros do Maranhão,

Olhamos para a terra fértil do nosso estado e vemos um paradoxo doloroso: a riqueza do solo sob os pés de homens e mulheres mantidos na pobreza. Durante décadas, narrativas ideológicas trataram nossos índios, quilombolas e ribeirinhos como peças de museu, condenando-os a um "atraso preservado" em nome de uma pureza cultural que, na prática, traduz-se em miséria, dependência e desesperança. É hora de falar a verdade que liberta. O índio quer o que todo ser humano quer: dignidade, conforto, tecnologia e o fruto do seu próprio suor.

Abaixo, apresentamos 10 pilares para a verdadeira emancipação dos nossos irmãos maranhenses.

OS 10 PILARES DA LIBERDADE E INTEGRAÇÃO

1. Da Tutela à Autonomia Plena

Chega de tratar o indígena e o quilombola como incapazes que precisam da "mão pesada" do Estado ou de ONGs para sobreviver. A verdadeira dignidade está na autonomia. Eles são cidadãos brasileiros plenos, dotados de inteligência e capacidade. O vitimismo histórico é uma corrente que prende o indivíduo ao passado; a liberdade é a chave que abre a porta do futuro. Precisamos substituir a tutela paternalista pelo empoderamento real: o direito de decidir seu próprio destino econômico.

2. O Fim da "Indústria da Miséria" e das ONGs Oportunistas

É preciso coragem para denunciar o uso político dos povos tradicionais. Muitas organizações, sob a bandeira do "ambientalismo radical", lucram com a manutenção da pobreza, impedindo que energia elétrica, estradas e saneamento cheguem às aldeias. O ambientalismo verdadeiro cuida do jardim e do jardineiro. Não aceitaremos mais que ideologias estrangeiras ditem que o maranhense deve viver na idade da pedra enquanto seus tutores vivem no conforto das capitais.

3. Liberdade para Produzir: O Exemplo que Vem da Terra

A Constituição Federal não proíbe o índio de produzir; ela o protege. Vejam os exemplos dos Paresi no Mato Grosso: índios que plantam, colhem e enriquecem com agricultura mecanizada, sem perder sua cultura. Por que o Maranhão não pode fazer o mesmo? A terra não é apenas para ser pisada, é para ser cultivada. Defendemos parcerias agrícolas justas, mecanização e tecnologia nas aldeias. A enxada deve dar lugar ao trator, gerando renda e erradicando a fome.

4. Combate aos Vícios pelo Resgate de Valores e Propósito

O alcoolismo, as drogas e o suicídio que assolam as comunidades não são apenas problemas de saúde pública; são sintomas de um vazio existencial e da falta de perspectiva. Quando o homem não tem trabalho nem propósito, ele adoece. A solução passa pelo resgate da moral, da estrutura familiar e da ocupação produtiva. O trabalho dignifica, e a fé restaura.

5. Integração Nacional: Uma Só Bandeira

Não existem "vários Brasis". Existe um só Brasil, verde e amarelo, sob uma única Constituição. A narrativa de "nós contra eles", promovida pela luta de classes, apenas gerou ódio entre fazendeiros e indígenas, vizinhos que deveriam ser parceiros. O produtor rural e o povo tradicional devem caminhar juntos, um respeitando o limite do outro, mas unidos pelo progresso da região. Somos todos brasileiros, herdeiros da mesma promessa.

6. Educação para a Vida e para o Mercado

Basta de uma educação que serve apenas para doutrinação ideológica nas aldeias. Nossos jovens indígenas precisam de escolas técnicas, de acesso à informática, agronomia, administração e medicina. Eles precisam de ferramentas para competir no mundo moderno, não de discursos que os ensinam a odiar a sociedade que os cerca. O conhecimento técnico é a verdadeira carta de alforria do século XXI.

7. Saúde e Saneamento: O Básico que foi Negado

Enquanto se gastam milhões em seminários ideológicos, falta dipirona no posto de saúde da aldeia e água potável na torneira. O foco deve ser prático e realista: infraestrutura de saneamento básico e atendimento médico de qualidade. Menos burocracia indigenista e mais engenharia sanitária. Isso é respeitar a vida humana.

8. A Riqueza Mineral e a Soberania

O subsolo maranhense é rico, e essa riqueza deve servir, primeiramente, aos que vivem sobre ela. A exploração mineral sustentável em terras indígenas, regulamentada e com royalties diretos para as comunidades (sem intermediários), é o caminho para tirar esses povos da mendicância. É a prosperidade mineral financiando a qualidade de vida, como ocorre nas nações desenvolvidas.

9. O Papel da Igreja e da Fé Cristã

Onde o Estado falhou e a ideologia corrompeu, a Igreja (Católica e Evangélica) tem sido o refúgio. O Evangelho trouxe alfabetização, saúde e, acima de tudo, a mensagem de que somos todos irmãos, filhos do mesmo Criador. O cristianismo não destrói a cultura; ele a enobrece, trazendo valores de perdão, trabalho e amor ao próximo que são essenciais para curar as feridas sociais dessas comunidades.

10. Um Futuro de Protagonismo

O nosso objetivo final é ver o indígena e o quilombola do Maranhão não mais na beira da estrada pedindo esmola ou sendo massa de manobra em protestos em Brasília, mas sim como doutores, engenheiros, grandes produtores rurais e empresários. Um povo que honra seus ancestrais, mas que não é prisioneiro do passado.

ÂNCORAS DE FÉ E ESPERANÇA

Para selar este compromisso com a verdade e a união, recorremos à Sabedoria Eterna:

  • Sobre a Verdade que Liberta: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8:32) — A verdade de que são capazes, livres e dignos.

  • Sobre a Unidade: "Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus." (Gálatas 3:28) — Somos um só povo, uma só nação brasileira.

  • Sobre o Trabalho e Prosperidade: "Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês', diz o Senhor, 'planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro'." (Jeremias 29:11).

  • Sobre a Reconciliação: "Tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação." (2 Coríntios 5:18).

Conclusão: O Maranhão tem pressa. Nossos irmãos tradicionais têm pressa. Que deixemos de lado as amarras ideológicas e abracemos o Brasil real, onde a liberdade gera riqueza e a fé sustenta a caminhada.

Paz, Prosperidade e Progresso.

Que Deus abençoe as famílias do Maranhão! Que Deus abençoe o Brasil!

Eu me chamo IVO NOGUEIRA e sou um incorrigível apaixonado pelo Maranhão.











INDÍGENAS COMO POVOS DONOS DE SI MESMOS

 

A Verdadeira Libertação Indígena do Maranhão: Do Vitimíssimo à Prosperidade

Introdução: O Desafio da Realidade

Este documento propõe uma reflexão honesta, corajosa e necessária sobre a situação dos nossos irmãos indígenas no Maranhão. Longe das narrativas poéticas que não enchem barriga, buscamos aqui a verdade prática, o amor ao próximo que se manifesta em obras e a integração soberana de todos os brasileiros sob uma só nação.

"Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que tu me enviaste, e os amaste como igualmente me amaste."
- João 17:23

1. O Diagnóstico Realista: Além da Retórica

O Maranhão de Gonçalves Dias, que cantou o índio com heroísmo, hoje chora ao ver seus descendentes em semáforos, vítimas do alcoolismo e da miséria.

  • A Realidade: Precisamos ter a coragem de olhar para as aldeias não como "museus antropológicos", mas como comunidades de seres humanos que sofrem com falta de saneamento, desnutrição e violência interna.

  • O Problema: O modelo atual, gerido por décadas de uma visão progressista e paternalista, falhou. Transformou guerreiros e guardiões da terra em dependentes de cestas básicas e reféns de ONGS que lucram com a pobreza alheia.

2. A Armadilha do Isolacionismo Ideológico


A esquerda política vendeu a ideia de que "proteger" o índio é mantê-lo isolado do desenvolvimento, vivendo como em 1500, enquanto o mundo avança.

  • Crítica Construtiva: Isso não é preservação cultural; é segregação. Como bem aponta Ysani Kalapalo, o indígena quer internet, quer produzir, quer conforto e quer ser protagonista de sua história, não um fantoche de ideologias que pregam a luta de classes.

  • Liberdade: A verdadeira cultura se preserva com dignidade e orgulho, não com miséria.

3. Empreendedorismo e Autonomia Econômica

A terra indígena no Maranhão é rica e fértil. Por que, então, há fome?

  • A Proposta: Liberdade para produzir. O indígena deve ter o direito de plantar, colher e comercializar, seja soja, milho ou artesanato, com tecnologia moderna.

  • Inspiração: Devemos olhar para o exemplo dos Paresi no Mato Grosso, que plantam e enriquecem, mantendo sua cultura. O indígena do Maranhão tem o direito de ser próspero, de ser um "fazendeiro" de sua própria terra, sem a tutela sufocante do Estado ou de ambientalistas de escritório.

4. O Resgate da Dignidade Humana (Contra a Mendicância)

Dói na alma ver famílias Guajajara ou de outras etnias pedindo esmola nas rodoviárias.

  • Ação: O combate ao assistencialismo vicioso. O foco deve ser a capacitação técnica. Ensinar a pescar, fornecer o barco e garantir o mercado para o peixe.

  • Integração: O índio é cidadão brasileiro. Ele merece as mesmas oportunidades de emprego e renda que qualquer outro cidadão. Chega de tratá-los como "incapazes".

5. A Fé Cristã como Elemento de União e Esperança

A fé não é inimiga da cultura; ela é o bálsamo que cura feridas.

  • Histórico: Relembramos Padre José de Anchieta e Padre Antônio Vieira, que, com seus erros e acertos humanos, amaram os indígenas e os defenderam da escravidão.

  • Hoje: A mensagem de Cristo traz reconciliação. Em vez de incitar o ódio contra o "homem branco" ou o produtor rural, a Igreja (Católica e Evangélica) entra com a mensagem do perdão, da temperança (contra o vício) e da valorização da família.

"Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. Não há judeu nem grego; não há servo nem livre... porque todos vós sois um em Cristo Jesus."Gálatas 3:26-28

6. Saúde e Saneamento: O Básico que Falta

Enquanto se discutem pronomes neutros ou teorias decoloniais nas universidades, a criança indígena morre de diarreia por falta de água tratada.

  • Pragmatismo: Menos discurso, mais poços artesianos. Menos seminários internacionais, mais postos de saúde equipados. A mortalidade infantil indígena é uma chaga que só se cura com infraestrutura, não com ideologia.

7. A Visão de Rondon: Integrar para não Entregar

O lema de Marechal Cândido Rondon"Morrer se preciso for, matar nunca" — deve ser resgatado, mas com a visão moderna de integração.

  • Unidade Nacional: O Brasil é um só. Não podemos permitir a criação de "nações independentes" dentro do território brasileiro, o que fere nossa soberania e a Constituição. O indígena é brasileiro e deve desfrutar plenamente dessa nacionalidade, com todos os seus direitos e deveres.

8. Educação Libertadora e Tecnológica

Chega de uma educação que serve apenas para doutrinar o jovem indígena a odiar a sociedade envolvente.

  • Futuro: Precisamos de escolas técnicas nas aldeias. Agronomia, gestão, informática. O jovem indígena pode ser médico, advogado, engenheiro, e ainda assim honrar suas raízes, como nos mostram intelectuais como Daniel Munduruku e Graça Graúna, que ocupam espaços de saber. O conhecimento técnico liberta da dependência.

9. Segurança e Combate aos Vícios

O álcool e as drogas têm dizimado lideranças e destruído famílias dentro das reservas.

  • Ordem: É preciso restaurar a autoridade dos anciãos e a lei. A polícia e o Estado devem proteger as comunidades do tráfico de drogas e da exploração ilegal de madeira, mas com a colaboração dos próprios indígenas, não como inimigos. A paz social é pré-requisito para o progresso.

10. Plano de Ação e Prosperidade: O Despertar do Indígena Maranhense:

Este é um elenco de propostas realizáveis, baseadas na Constituição, no livre mercado e na dignidade da pessoa humana, fugindo do assistencialismo que aprisiona. O foco é transformar as terras indígenas do Maranhão — que são vastas e ricas — em polos de desenvolvimento sustentável.

1. Eixo Econômico: "A Terra é para Produzir"

1.1. Projeto "Lavoura Mecanizada e Dignidade"

O Maranhão possui áreas de cerrado dentro de reservas (ex: região de Grajaú, Barra do Corda, Amarante) perfeitas para grãos, além de áreas de mata para sistemas agroflorestais.

  • A Proposta: Financiar, via parcerias público-privadas ou crédito rural específico, a aquisição de tratores e implementos para as aldeias.

  • Ação Prática: Substituir a enxada e a coivara (queimada) pela mecanização moderna. O indígena planta soja, milho, feijão e arroz em escala comercial.

  • Exemplo: Replicar o modelo dos Paresi (MT) e dos Xavante, adaptando para as etnias Krikati e Gavião no cerrado maranhense.

1.2. Industrialização do Babaçu e da Mandioca

O Maranhão é o estado do Babaçu. Atualmente, vende-se a amêndoa bruta a preços irrisórios.

  • A Proposta: Instalação de mini-usinas de beneficiamento dentro das aldeias.

  • Ação Prática: O indígena não venderá apenas o coco, mas o óleo envasado, o sabonete produzido, o mesocarpo embalado e a farinha de mandioca gourmet com selo de origem.

  • Parceiros: SEBRAE e SENAI para capacitação técnica e design de embalagens.

1.3. Etnoturismo Regulamentado (Rota das Emoções e Chapada)

Muitas aldeias estão próximas a polos turísticos (Lençóis Maranhenses, Chapada das Mesas).

  • A Proposta: Criar roteiros de visitação controlada, onde o turista paga para conhecer a cultura, as danças e comprar artesanato in loco.

  • Ação Prática: Construção de centros de recepção ao turista na entrada das aldeias, geridos pelos próprios indígenas, gerando renda direta sem intermediários (atravessadores).

2. Eixo Infraestrutura: "Qualidade de Vida Real"

2.1. Programa "Água da Vida" (Saneamento Básico)

É inaceitável que, em um estado rico em águas, crianças indígenas morram por contaminação hídrica.

  • A Proposta: Perfuração massiva de poços artesianos com sistemas de energia solar (para aldeias isoladas) e instalação de fossas sépticas ecológicas.

  • Meta: Zerar a mortalidade infantil por doenças de veiculação hídrica nas aldeias Guajajara e Ka'apor.

2.2. Conectividade e Inclusão Digital (Starlink/Satélite)

O isolamento informacional facilita a manipulação por terceiros.

  • A Proposta: Instalação de internet de alta velocidade nas escolas e centros comunitários das aldeias.

  • Objetivo: Permitir que o produtor indígena verifique a cotação do milho/soja em tempo real, venda seu artesanato via Instagram/E-commerce e que o estudante tenha acesso a cursos online.

2.3. Estradas da Produção

De nada adianta colher se não dá para escoar.

  • A Proposta: Melhoria permanente dos ramais de acesso às aldeias (piçarramento e pontes de concreto), não apenas para "visitas da FUNAI", mas com engenharia para suportar caminhões de carga para escoar a produção agrícola.

3. Eixo Social e Humano: "Valores e Família"

3.1. Cruzada Contra o Álcool e Drogas

O alcoolismo é o maior flagelo atual, destruindo a estrutura familiar indígena.

  • A Proposta: Parceria direta com comunidades terapêuticas cristãs (Católicas e Evangélicas) que já possuem know-how em recuperação de dependentes.

  • Diferencial: Tratamento que une desintoxicação médica e suporte espiritual, respeitando a língua nativa, mas firme no combate ao vício.

3.2. Policiamento Colaborativo (Guarda Florestal Indígena)

Muitos conflitos ocorrem por invasões de madeireiros ilegais que cooptam indígenas vulneráveis.

  • A Proposta: Profissionalização da segurança interna. Treinar e remunerar indígenas como Guardas Ambientais/Florestais, em cooperação com a Polícia Militar e Bombeiros.

  • Efeito: Soberania e ordem. O indígena protege sua própria casa com a chancela e o treinamento do Estado.

4. Eixo Educacional: "Saber para Libertar"

4.1. Escolas Técnicas Rurais (SENAR nas Aldeias)

A educação atual foca muito em antropologia e pouco em técnica.

  • A Proposta: Levar cursos do SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) para dentro das reservas.

  • Currículo: Cursos de tratorista, manejo de gado, piscicultura (tanque-rede), gestão financeira e manutenção de máquinas. Formar técnicos, não militantes.

4.2. Telemedicina Avançada


Levar médicos especialistas presencialmente a cada aldeia remota é logiticamente difícil.

  • A Proposta: Instalar pontos de Telemedicina equipados, onde um enfermeiro ou técnico de enfermagem indígena conecta o paciente a especialistas em São Luís ou Imperatriz.

Resumo da Visão

O indígena do Maranhão não quer ser uma peça de museu viva, nem massa de manobra política. Ele quer ter a Bíblia numa mão e a Tecnologia na outra; quer preservar sua língua, mas quer falar o português para negociar seus produtos; quer honrar seus antepassados, mas quer garantir que seus netos não passem fome.

Conclusão: Um Futuro de Esperança e Reconciliação

O Maranhão tem tudo para ser um exemplo de convivência harmônica.

  • O Caminho: A união entre o pequeno e o grande produtor, entre o indígena e o não-indígena. Somos todos filhos da mesma terra.

  • A Promessa: Que o indígena do Maranhão deixe de ser pauta de vitimismo e passe a ser exemplo de superação, riqueza e fé. Que a "Terra das Palmeiras" de Gonçalves Dias seja, de fato, uma terra onde canta o sabiá da liberdade e da prosperidade.

"Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês', diz o Senhor, 'planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro."Jeremias 29:11


Que Deus abençoe as famílias do Maranhão! Que Deus abençoe o Brasil!

Eu me chamo IVO NOGUEIRA e sou um incorrigível apaixonado pelo Maranhão.





segunda-feira, 17 de novembro de 2025

O MARANHÃO LIVRE PARA SEMPRE - IVO NOGUEIRA

 

Minha gente boa do Maranhão, meu povo do Brasil,

Eu olho para vocês e vejo o que eu sinto: eu vejo a luta diária, a dignidade de quem levanta cedo e não desiste, mesmo diante da dificuldade. Eu vejo, no rosto de uma mãe, a batalha silenciosa pelo pão de cada dia.

E eu olho para os nossos jovens e vejo algo que é o combustível mais precioso do nosso estado: eu vejo fé e esperança. A esperança de uma oportunidade, a fé de que a vida pode ser melhor.

Olho para o Maranhão e vejo, lado a lado, a dureza da necessidade e a força invencível da esperança. E a primeira coisa que quero dizer é: vocês não estão sozinhos.

Mas, por muito tempo, uma pergunta ecoa em nossos corações: Por quê?

Por que um estado com tanta riqueza natural, com um povo tão bom e trabalhador, com um potencial vocacionado para o progresso, ainda sofre tanto? Por que ainda vemos tanta pobreza extrema ao lado de tanta esperança?


A resposta é dura, meus amigos, mas ela precisa ser dita para que possamos curar essa ferida. O Maranhão ainda não vivenciou seu destino de grandeza porque, por tempo demais, fomos limitados.

Fomos limitados por uma visão egoísta de representantes que, em vez de servir ao povo, serviram a si mesmos e aos seus projetos de poder.

Fomos limitados por uma mentalidade provinciana, de lideranças que preferiram o conforto dos seus privilégios à prosperidade de todos.

E o mais grave: fomos limitados por aqueles que estimularam a pobreza como forma de controle. A velha política que precisa do povo dependente para se manter no poder. Sejam ideologias caducas de esquerda ou interesses oligárquicos de direita, o resultado foi o mesmo: o povo maranhense foi deixado para trás.

Mas hoje, eu olho para vocês e digo: BASTA!

O tempo da limitação acabou! O antídoto para o egoísmo é a solidariedade. O antídoto para o controle é a liberdade. E o antídoto para a divisão que eles criaram é o bem comum!

Por isso, afirmo com toda a convicção: a maior segurança para o nosso povo não é um muro que nos divide, mas uma ponte que nos une. A nossa maior segurança é a unidade nacional pelo bem comum, livre das polarizações extremas que só servem a quem está no poder!

Eles nos querem divididos, brigando entre nós, para que não vejamos o verdadeiro problema. Mas nós não vamos cair nessa armadilha. A Bíblia nos ensina, em Filipenses, a não cuidar "somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros". Isso é o bem comum! É o oposto da polarização.

E essa unidade não é um sonho vazio. Ela é um projeto. Um projeto para construir uma nação justa que começa aqui, curando as nossas dores. A esperança precisa de um plano, e o nosso plano se baseia em três pilares que começam hoje: Dignidade Imediata, Liberdade Econômica e Desenvolvimento Humano.


Primeiro, a Dignidade Imediata.
Nosso "Programa Dignidade na Mesa e na Vida" não é sobre manter as pessoas dependentes. É sobre justiça social. É garantir que a assistência seja a porta de saída da pobreza, e não uma armadilha de controle político. O primeiro passo da liberdade é ter dignidade. Como dizem as Escrituras: "Abre a tua boca, julga retamente e faze justiça aos pobres e aos necessitados." É isso que vamos fazer.

Segundo, a Liberdade Econômica. Para você, jovem, cheio de fé e esperança, vamos dar ferramentas, não desculpas. Vamos lançar a "Revolução do Empreendedorismo Jovem". Chega de burocracia que só serve aos grandes e sufoca os pequenos. Vamos criar o "CNPJ Jovem Digital": sua empresa aberta em 24 horas, com microcrédito inicial e isenção fiscal nos primeiros dois anos. Queremos libertar a sua força criativa!

Terceiro, o Desenvolvimento Humano. Oportunidade real! Não vamos apenas dar um diploma, vamos dar uma profissão. Vamos criar "Escolas de Excelência Técnica em Tempo Integral", focadas nas nossas vocações: agronegócio, tecnologia, logística portuária. Vamos preparar nossos jovens para os empregos de alta qualidade que vamos criar aqui!

Meus amigos, o que está em jogo é muito claro.

Eles apostaram no controle. Nós apostamos na liberdade. Eles apostaram na divisão. Nós apostamos na unidade. Eles apostaram na pobreza como controle. Nós apostamos no espírito resiliente e esperançoso do povo brasileiro!

Eu sei que a caminhada é longa e que muitos estão cansados. Mas, como nos lembra o apóstolo Paulo: "E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos."

Eu garanto a vocês: Não vamos desanimar!

Vamos colher justiça social. Vamos colher liberdade econômica. E vamos colher um novo tempo de progresso. O Maranhão não é o problema do Brasil; o Maranhão é o começo da solução!

Vamos juntos, pela unidade, pelo bem comum, por um Maranhão Livre para Sempre!

Obrigado!

Eu me chamo IVO NOGUEIRA e sou um incorrigível apaixonado pelo Maranhão.

(Esta é uma inspiração para os futuros candidatos no pleito de 2026)

domingo, 16 de novembro de 2025

SOU PRÉ-CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL - IVO NOGUEIRA

Meus amigos e minhas amigas do Maranhão. Povo de fé, povo de trabalho, povo de história.


Falo a vocês hoje, não com o barulho da contenda ou com o pessimismo que paralisa, mas com a serenidade da convicção e a esperança que move montanhas. Pois, como nos ensina a Escritura: “Onde não há visão, o povo se corrompe” (Provérbios 29:18).

E eu tenho uma visão. Eu tenho um sonho para o nosso Maranhão.

Eu tenho um sonho onde cada família maranhense é o centro de nossas decisões; um lar seguro, próspero e honrado, o verdadeiro alicerce de nossa sociedade.

Eu tenho um sonho onde a justiça social não é uma utopia distante, mas uma realidade diária. Uma justiça que não se mede pela divisão, mas pela oportunidade; a mesma justiça pela qual lutaram gigantes como Luiz Gama e José do Patrocínio, e pela qual Martin Luther King Jr. marchou: o direito de cada cidadão ser julgado pelo conteúdo do seu caráter e pela força do seu trabalho.

E eu tenho um sonho de unidade nacional, forjada aqui, no coração do Maranhão. Uma unidade que aprende com a serenidade de Tancredo Neves e a resiliência de Nilo Peçanha, provando que podemos ter opiniões diferentes e, ainda assim, remar todos na mesma direção.

Esta visão não é um devaneio. Ela é um plano. Um plano que se ergue sobre pilares concretos para o crescimento do nosso estado e que servirá de modelo ao Brasil.

1. O Pilar da Dignidade: Emprego e Educação


Não há maior programa social do que o emprego. Mas o emprego digno só nasce onde a educação é levada a sério.

Minha proposta é clara: vamos revolucionar a educação no Maranhão com escolas de tempo integral focadas não apenas no conhecimento técnico e na inovação digital, mas na formação de caráter. Queremos o jovem maranhense preparado para os empregos do futuro, mas também para ser um cidadão de bem.

A partir dessa base, vamos transformar o Maranhão em um polo de desenvolvimento e inovação. Vamos desburocratizar a vida de quem quer empreender e gerar riqueza aqui. Vamos usar nossa vocação agrícola e industrial com tecnologia, criando um ciclo virtuoso onde a educação de qualidade gera inovação, e a inovação gera o emprego que sustenta nossas famílias.

2. O Pilar da Proteção: Saúde e Segurança

De que adianta o progresso material, se nossas famílias vivem com medo ou morrem na fila de um hospital? A saúde e a segurança são inegociáveis.


Nossa visão é de uma saúde que funcione na ponta: postos de saúde equipados e médicos valorizados no interior. É a humanidade no atendimento, o respeito pela vida.

Na segurança, seremos firmes. Defenderemos nossas polícias, dando-lhes treinamento, equipamento e respaldo legal para proteger o cidadão de bem. Queremos a paz nas ruas, a ordem restaurada, para que a família maranhense possa viver sem medo. A verdadeira justiça social começa com a garantia da ordem.

3. O Pilar do Futuro: Juventude e Meio Ambiente

Devemos olhar para a nossa juventude não como um problema, mas como nossa maior potência. Vamos criar programas estaduais de esporte, cultura e primeiro emprego, canalizando a energia dos nossos jovens para o bem. Queremos ver surgir entre eles novos Adhemar Ferreira da Silva, novas Glórias Marias, novos Pelés.

E faremos isso em harmonia com nosso meio ambiente. O Maranhão possui uma das maiores riquezas naturais do planeta. Nossa proposta é de desenvolvimento sustentável de verdade: produzir e preservar, usar nossos recursos com sabedoria, garantindo um legado de ar puro e água limpa para nossos filhos e netos.

Visão: Por um Maranhão de Ordem, Prosperidade e Fé

Minha missão na Assembleia Legislativa será trabalhar por um Maranhão onde a família seja protegida, o trabalhador seja recompensado, a propriedade seja respeitada e a seja a base moral da nossa sociedade.

Não busco a divisão, mas a construção de alicerces sólidos. Como está escrito: "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam." (Salmo 127:1). Vamos edificar um estado justo.

1. Eixo: Segurança Pública e Defesa do Cidadão

O primeiro dever do Estado é proteger o cidadão de bem. A paz social é pré-requisito para o desenvolvimento.

  • Proposta Concreta (Legislação): Criar a "Lei de Defesa da Autoridade Policial". Precisamos dar segurança jurídica ao policial militar e civil para que ele possa agir com firmeza contra o crime, sem o temor da inversão de valores.

  • Proposta Concreta (Fiscalização): Fiscalizar rigorosamente o uso dos fundos de segurança. Onde está o dinheiro para coletes, viaturas e tecnologia? Serei o fiscal da eficiência no combate à criminalidade.

  • Proposta Concreta (Emendas): Destinar emendas parlamentares para a instalação de sistemas de videomonitoramento inteligentes nas cidades e para a modernização das delegacias, especialmente as Delegacias da Mulher.

Princípio: "Pois a autoridade é serva de Deus para o seu bem. Mas, se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo." (Romanos 13:4)

2. Eixo: A Defesa da Família e dos Valores Cristãos


A família é a instituição mais importante da sociedade; é a primeira escola e a base da nação.
O governo não deve atrapalhar as famílias, mas fortalecê-las.

  • Proposta Concreta (Legislação): Lutar pela aprovação de leis que garantam o direito dos pais sobre a educação moral de seus filhos, combatendo qualquer tentativa de doutrinação ideológica ou erotização precoce nas escolas estaduais.

  • Proposta Concreta (Fiscalização): Atuar como um vigilante contra o uso de dinheiro público (via editais de cultura ou educação) para financiar pautas que agridem os valores da família maranhense.

  • Proposta Concreta (Emendas): Destinar recursos para Comunidades Terapêuticas e instituições filantrópicas (muitas delas evangélicas) que realizam um trabalho exemplar na recuperação de dependentes químicos, algo que o Estado muitas vezes falha em fazer.

Princípio: "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele." (Provérbios 22:6)

3. Eixo: Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego

O Maranhão é um estado rico, mas o povo é pobre. Isso ocorre pelo excesso de burocracia, impostos altos e falta de confiança para quem quer investir. A melhor política social é o emprego.

  • Proposta Concreta (Legislação): Propor a "Lei da Liberdade Econômica Estadual", simplificando a abertura de empresas, reduzindo licenças e o ICMS para pequenos e médios empreendedores. Menos Estado atrapalhando, mais cidadão trabalhando.

  • Proposta Concreta (Fiscalização): Combater o "Custo Maranhão". Fiscalizar por que nossas taxas são tão altas e por que os processos de licenciamento (especialmente ambiental e fundiário) demoram tanto, travando o agronegócio e a indústria.

  • Proposta Concreta (Emendas): Investir em qualificação técnica. Destinar recursos para cursos profissionalizantes (em parceria com o Sistema S e igrejas) focados na vocação real das nossas regiões: logística portuária, agronegócio, tecnologia e turismo.

Princípio: "O que trabalha com mão remissa empobrece, mas a mão dos diligentes enriquece." (Provérbios 10:4)

4. Eixo: Educação Focada no Aprendizado


A educação liberta,
mas apenas quando focada no conhecimento, e não em ideologia. Nossos filhos precisam aprender matemática, português e ciências para competir no mercado de trabalho, não pautas de divisão.

  • Proposta Concreta (Legislação): Defender a implementação de Escolas de Gestão Compartilhada (Cívico-Militares) onde a comunidade assim desejar, focando na disciplina, no respeito aos professores e na excelência acadêmica.

  • Proposta Concreta (Fiscalização): Fiscalizar a qualidade do material didático distribuído pelo governo estadual e o cumprimento do currículo básico, garantindo que o foco seja o aprendizado.

  • Proposta Concreta (Emendas): Destinar verbas para a reforma de escolas, mas condicionando o investimento à melhoria nos índices de alfabetização e desempenho (meritocracia).

Princípio: "Retenha a instrução e não a largues; guarda-a, porque ela é a tua vida." (Provérbios 4:13)

Mensagem Final: A Visão de Futuro

Meu compromisso é com a verdade, com o trabalho duro e com os princípios eternos. Não serei um deputado de discursos vazios, mas um representante que honra a Deus e respeita o povo trabalhador do Maranhão.

Vamos construir um futuro onde nossos jovens não precisem sair do estado para ter sucesso, onde o produtor rural tenha orgulho de plantar e colher, e onde nossas famílias possam andar nas ruas em paz.

"Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8:32). Vamos libertar o Maranhão para o trabalho e para a prosperidade.

A Visão Duradoura: Do Maranhão para o Brasil

Meus amigos, o que proponho hoje começa aqui, mas não termina aqui. O Brasil precisa de exemplos. O Brasil precisa redescobrir seus valores.

O Maranhão será esse exemplo.

Seremos a prova de que é possível crescer economicamente enquanto fortalecemos a família. Seremos a prova de que é possível ter justiça social com ordem e progresso. Seremos a prova de que a fé e a política podem andar juntas, quando o objetivo é o bem comum.

Temos em nosso sangue a coragem de Cipriano Barata, a visão humanitária de Sergio Vieira de Mello e a resiliência de Rosa Parks. Temos a herança de homens como o Pastor José de Souza Marques, que soube unir fé e ação cívica.

Eu vejo um Maranhão que se levanta com a força serena daqueles que sabem para onde vão. Um Maranhão que honra seu passado, mas que marcha com passos firmes rumo a um futuro realizável e duradouro.

Como disse o Apóstolo, e que sirva de lema para nossa jornada: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2 Timóteo 4:7).

Este é o nosso chamado. Esta é a nossa missão. Vamos caminhar juntos.

Que Deus abençoe as famílias do Maranhão! Que Deus abençoe o Brasil!

Eu me chamo IVO NOGUEIRA e sou um incorrigível apaixonado pelo Maranhão.

(Esta é uma inspiração para os futuros candidatos no pleito de 2026)

SOU PRÉ-CANDIDATO A DEPUTADO A DEPUTADO FEDERAL - IVO NOGUEIRA

 Meus amigos e minhas amigas, povo do Maranhão, povo do Brasil.

Eu venho a vocês hoje não com o peso da crítica, mas com a leveza da esperança. Venho com a serenidade daqueles que sabem que a mudança é difícil, mas com a empolgação daqueles que sabem que ela é inevitável.

Eu tenho um sonho.

Eu tenho um sonho profundo, ancorado na alma da nossa gente. Um sonho de um Maranhão que não é apenas parte do Brasil, mas que é o coração pulsante de um novo Brasil.

Como Martin Luther King Jr. sonhou do topo da montanha, nós, aqui, entre nossos rios, nossos campos e nossas cidades, também sonhamos com um tempo em que a dignidade não seja uma miragem distante, mas o pão nosso de cada dia.

Este sonho se baseia em três pilares inabaláveis: a Família, a Justiça Social e a Unidade da Nação.

Os Pilares da Nossa Missão


Nossa visão começa na base de tudo: a Família. A família é o primeiro lugar onde aprendemos o que é certo e o que é errado, o que é amor e o que é respeito. Nossas políticas federais devem proteger e fortalecer este núcleo sagrado, garantindo que os pais tenham a segurança de que seus filhos terão um futuro brilhante.

Deste alicerce, erguemos a bandeira da Justiça Social. Justiça Social não é um slogan vazio; é a prática diária da equidade. É o que buscaram gigantes como Luiz Gama, André Rebouças e José do Patrocínio: a libertação de todas as amarras. Hoje, lutamos contra as amarras da fome, do desemprego e da falta de oportunidade.

E, finalmente, buscamos a Unidade da Nação. Como nos ensinou o grande Tancredo Neves, a pátria é de todos. Em tempos de divisão, nossa missão é construir pontes, não muros. Como Cipriano Barata lutou por um Brasil livre, lutaremos por um Brasil unido.

Pois, como diz a Escritura Sagrada:

"Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!" (Salmos 133:1)

Propostas para um Novo Tempo: Do Maranhão para o Brasil

Mas sonhos sem ação são apenas ilusões. A fé exige obras. E é por isso que trago propostas concretas, plausíveis, que começam em nossa terra, mas que servem à nação inteira.

1. Educação e Inovação: A Libertação pelo Conhecimento

Nosso sonho tem um nome: Educação. Educação que liberta, como a que Machado de Assis usou para transcender seu tempo.

  • Proposta Concreta: Lutar pela criação dos "Polos de Inovação Maranhão-Brasil". Vamos usar recursos federais para conectar de forma decisiva nossas universidades (UFMA, UEMA, IFMA) ao Porto do Itaqui, ao agronegócio de Balsas e à riqueza mineral de Açailândia. Não vamos apenas exportar commodities; vamos exportar inteligência maranhense. Vamos transformar o Maranhão em um polo de tecnologia e logística que sirva ao Brasil.

2. Emprego e Desenvolvimento: A Dignidade do Trabalho

Justiça Social se escreve com Emprego. O trabalho dignifica. Como Adhemar Ferreira da Silva nos ensinou a saltar mais alto, é hora do Maranhão dar um salto em desenvolvimento.

  • Proposta Concreta: Serei o porta-voz em Brasília do "Plano Nacional de Bioeconomia da Amazônia Legal", começando por nós. Temos babaçu, açaí, buriti. Vamos lutar por incentivos federais para a industrialização sustentável desses produtos aqui no Maranhão. Isso gera emprego na ponta, fortalece a agricultura familiar e desenvolve o Brasil a partir de suas raízes.

3. Saúde e Segurança: O Alicerce da Família

Não há família forte onde há doença. Não há unidade onde há medo.

  • Proposta Concreta (Saúde): Defenderei um "SUS Federalizado e Digital". Usar a tecnologia e recursos da União para levar especialistas de ponta, por telemedicina e centros de diagnóstico avançados, a cidades como Bacabal, Imperatriz e Caxias. A saúde de qualidade não pode depender do CEP onde a pessoa nasceu.

  • Proposta Concreta (Segurança): Segurança se faz com inteligência e oportunidade. Como Rosa Parks e Harriet Tubman, que tiveram a coragem de enfrentar sistemas opressores, teremos a coragem de investir na prevenção, na inteligência policial integrada, mas, acima de tudo, em nossa Juventude.

4. Juventude e Meio Ambiente: O Legado Duradouro

Nossos jovens não são o futuro; eles são o presente urgente. E nosso Meio Ambiente não é um obstáculo; é nossa maior riqueza e nosso maior dever.

  • Proposta Concreta: Criar e financiar, via emendas federais, o programa "Jovem Guardião". Vamos capacitar nossa juventude em escolas de tempo integral focadas em energias renováveis, manejo florestal sustentável e turismo ecológico. Eles serão os engenheiros, os técnicos e os líderes que protegerão nossa terra e, ao mesmo tempo, gerarão riqueza limpa para o Brasil.

UMA MISSÃO PELO MARANHÃO EM BRASÍLIA: Ordem, Fé e Desenvolvimento


Minha vocação é ser a voz dos valores maranhenses no Congresso Nacional. Não vamos a Brasília para o confronto estéril, mas para o trabalho sério. Como está escrito em Provérbios 14:34: "A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos."

Vamos lutar por um Maranhão justo, próspero e fundamentado na rocha dos nossos valores. A base do nosso trabalho será a defesa da família, o desenvolvimento econômico através da livre iniciativa e a ordem pública para o cidadão de bem.

Aqui estão nossos pilares de atuação federal:

1. Defesa da Família, da Vida e dos Valores Cristãos


A família é a instituição primária, a base da sociedade. Como Deputado Federal, minha atuação será intransigente na defesa dos nossos princípios:

  • Proteção à Vida: Atuação legislativa firme em defesa da vida desde a concepção, rejeitando qualquer tentativa de flexibilização do aborto.

  • Fortalecimento da Instituição Familiar: Propor e apoiar leis que fortaleçam a autoridade e a autonomia dos pais na educação moral e religiosa de seus filhos, combatendo a erotização infantil e a doutrinação ideológica nas escolas.

    • Ação Concreta: Lutar pela aprovação de projetos que garantam o direito ao homeschooling (ensino domiciliar) para as famílias maranhenses que assim desejarem.

  • Apoio a Obras Sociais: Destinar emendas parlamentares para instituições filantrópicas e igrejas que realizam trabalhos sociais comprovados no Maranhão, como a recuperação de dependentes químicos e o amparo a mulheres em situação de vulnerabilidade.

  • Liberdade Religiosa: Ser um defensor ativo da liberdade de culto e da expressão da fé cristã em todos os espaços públicos, garantindo que nossa herança judaico-cristã seja respeitada.

"Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam." (Salmos 127:1)

2. Ordem Pública e Segurança para o Cidadão de Bem

A paz social é pré-requisito para o desenvolvimento. O Maranhão não pode viver refém da criminalidade. Como legislador federal, irei:

  • Endurecimento da Legislação Penal: Lutar pela revisão do Código Penal e da Lei de Execução Penal para aumentar as penas para crimes hediondos, tráfico de drogas e crimes cometidos por facções. O cidadão de bem merece proteção.

  • Recursos para Nossas Polícias: Destinar emendas federais para o aparelhamento das polícias (Militar, Civil e Federal) no Maranhão, com foco em inteligência, armamento, viaturas e tecnologia para o combate ao crime organizado.

  • Proteção das Fronteiras: Fiscalizar e cobrar do Governo Federal uma atuação mais forte na vigilância das fronteiras do Maranhão (terrestres e marítimas), para impedir a entrada de drogas e armas que abastecem o crime em nosso estado.

  • Sistema Socioeducativo e Prisional: Alocar verbas federais para a construção de unidades prisionais mais seguras e para programas eficazes de ressocialização baseados no trabalho e na disciplina, quebrando o ciclo do crime.

3. Desenvolvimento Econômico e Livre Mercado

O Maranhão é um estado rico, mas o que gera prosperidade é o trabalho, não a dependência do Estado. Defendemos a livre iniciativa e a força do produtor maranhense.

  • Menos Burocracia, Mais Emprego: Votar e propor leis que reduzam a burocracia e simplifiquem a vida de quem quer empreender e gerar emprego no Maranhão.

  • Defesa do Agronegócio e da Propriedade Privada: Atuar firmemente contra invasões de terra e pela segurança jurídica do produtor rural. O agronegócio é a locomotiva do Brasil e do Maranhão.

  • Infraestrutura para o Crescimento: Destinar o máximo de emendas para obras de infraestrutura federais vitais, como a duplicação de BRs (ex: 135, 222, 010) e a expansão da capacidade logística ligada ao Porto do Itaqui.

  • Reforma Tributária: Trabalhar por uma Reforma Tributária nacional que reduza a carga de impostos sobre a produção e o consumo, permitindo que o dinheiro fique no bolso do trabalhador e do empresário maranhense.

4. Educação Focada no Futuro e Saúde Eficiente


Investir em pessoas é o alicerce de um futuro duradouro, mas com responsabilidade e foco em resultados, não em ideologia.

  • Educação Técnica de Excelência: Destinar verbas federais para a expansão dos Institutos Federais (IFMAs), levando cursos técnicos alinhados com a vocação econômica de cada região do Maranhão (agronegócio, logística portuária, gás e energia).

  • Valorização do Professor (sem ideologia): Defender programas federais de qualificação para professores, focados em metodologias de ensino eficazes (Português, Matemática, Ciências) e não em pautas de comportamento.

  • Recursos para Hospitais Filantrópicos: Priorizar a destinação de emendas para as Santas Casas e hospitais filantrópicos do Maranhão, que atendem o SUS com eficiência e muitas vezes são a única opção no interior.

  • Fiscalização do SUS: Atuar como um fiscal rigoroso da aplicação dos recursos federais da Saúde (Fundo Nacional de Saúde) no Maranhão, garantindo que o dinheiro chegue aos postos de saúde e hospitais municipais.

"O que lavra a sua terra se fartará de pão, mas o que segue os ociosos se encherá de pobreza." (Provérbios 28:19)

Visão de Futuro:

Meu compromisso é honrar cada voto com trabalho, seriedade e fidelidade aos valores que nos unem. Vamos levar a Brasília a voz do Maranhão que trabalha, que crê e que luta por um futuro de ordem e prosperidade para nossos filhos.

A Visão de um Futuro Realizável

Meus amigos, este é um caminho de serenidade, mas de firmeza.

Homens e mulheres como Nilo Peçanha, Ina de Souza Nogueira, Glória Maria e Pelé. Heróis silenciosos como Sérgio Vieira de Mello. Líderes da fé e da ação como o Pastor José de Souza Marques. Eles não se contentaram com o possível. Eles sonharam o impossível e o tornaram realidade.

Eu tenho um sonho hoje!

Eu sonho com um Maranhão onde cada jovem que se forma tenha um emprego esperando por ele aqui, em sua terra. Eu sonho com um Brasil onde a justiça flua como um rio poderoso e a retidão, como um córrego que não seca. Eu sonho com um tempo em que olharemos para trás e diremos: nós construímos uma nação onde cada família é honrada, cada cidadão é justo e todos vivem em unidade.

Como está escrito:

"Onde não há visão, o povo perece." (Provérbios 29:18)

Nós temos uma visão! Uma visão de futuro realizável e duradouro.

Este não é o sonho de um homem só. Este é o sonho de um povo inteiro. Juntem-se a mim. Vamos caminhar juntos, de mãos dadas, sem pessimismo e sem ataques, rumo a esse novo amanhecer.

Pela família, pela justiça e pela unidade do Maranhão e do Brasil.

Muito obrigado.

Eu me chamo IVO NOGUEIRA e sou um incorrigível apaixonado pelo Maranhão.

(Esta é uma inspiração para os futuros candidatos no pleito de 2026)

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