segunda-feira, 29 de junho de 2015

​​FÉ ATÉ O FIM

​​FÉ ATÉ O FIM
Daniel 12: 8 a 13
ESTÓRIA:
 
Estou me demitindo! – diz a faxineira do banco ao gerente, irada. – O senhor não confia em mim!
– Mas o que é isso, Maria?! – diz ele, espantado. – A senhora trabalha aqui há vinte anos, eu até deixo as chaves do cofre na minha mesa!
– Eu sei! – diz a faxineira, chorando. – Mas nenhuma delas funciona.

HISTÓRIA:


No terceiro ano de Jeoaquim como rei de Judá, o rei Nabucodonosor, da Babilônia, atacou Jerusalém, e os seus soldados cercaram a cidade.

Nabucodonosor conquistou a cidade e pilhou objetos de valor que estavam no Templo de Jerusalém.

Nabucodonosor levou esses objetos para a Babilônia e mandou colocá-los no templo do seu deus, na sala do tesouro.

O rei Nabucodonosor chamou Aspenaz, o chefe dos serviços do palácio, e mandou que escolhesse entre os prisioneiros israelitas alguns jovens da família do rei e também das famílias nobres.

Todos eles deviam ter boa aparência e não ter nenhum defeito físico; deviam ser inteligentes, instruídos e ser capazes de servir no palácio.
E precisariam aprender a língua e estudar os escritos dos babilônios.
Entre os que foram escolhidos estavam Daniel, Hananias, Misael e Azarias, todos da tribo de Judá.
Aspenaz lhes deu outros nomes babilônicos, isto é, Beltessazar, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, respectivamente.
Daniel ficou no palácio real até o ano em que o rei Ciro começou a governar a Babilônia.
Ele sempre foi respeitado, até mesmo pelos governantes, por sua sabedoria.
Não existem registros da data e circunstâncias de sua morte.
Mas ele possivelmente morreu em
Susa, com oitenta e cinco anos, onde existe uma provável tumba onde estaria seu corpo, este lugar é conhecido como 'Shush-Daniel'.
Daniel (em hebraico: דָּנִ), ou Beltessazar,1 é um dos vários profetas2 do Antigo Testamento.
A sua vida e profecias estão incluídas na Bíblia no Livro de Daniel.
O significado do nome é "Aquele que é julgado por Deus" ou "Deus assim julgou", ou ainda, "Deus é meu juiz"
Na narrativa, quando Daniel era um jovem, ele foi levado em cativeiro babilônico, onde foi educado no pensamento caldeu. No entanto, nunca se converteu aos costumes neo-babilônicos.
Pela Sabedoria Divina de seu Deus, YHVH, ele interpretou os sonhos e visões de reis, tornando-se uma figura proeminente na corte de Babilônia.
Eventualmente, ele tinha visões apocalípticas que foram interpretadas como as Quatro monarquias.
INTRODUÇÃO:
Começar não é difícil, mas chegar até o fim é sempre um desafio. Na carreira que nos foi proposta. (Hb 12.1), só haverá coroação para aqueles que forem até o fim.
Em (Ap 2.10), Jesus disse: “Se fiel até a morte (o fim), e dar-te-ei a coroa da vida.”

1 João 5:4-5 “porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus?”
2 Coríntios 10:4 - Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; 
1 João 4:4 diz: “Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo.”

1- COMO ENTENDER O FIM?
Fim significa conclusão, termino remate, desfecho, limite. Lugar ou momento em que cessa alguma coisa. Propósito, intuito, alvo. Morte. – do mundo: destruição da terra e da humanidade a realizar-se nos tempos futuros, segundo a Bíblia.

Súbita transformação do tempo que provoca aflição; barulho ou confusão muito grande, lugar muito distante.

A RODA DOS INDESISTÍVEIS
Gênesis 18 e 19 – Um Região corrompida e havia um crente
Josué 2 - Na cidade cruel e sentenciada uma pecadora tornou-se temente a Deus
Juízes 6 a 8 – Os inimigos era ferozes e traiçoeiros, mas havia um jovem sonhador e 300 valentes de Deus
Juízes 13 a 16 – Uma nação perversa e Idolatra mas havia um jovem de fé
1 Samuel 17 – Havia um forte adversário, mas apareceu um pequeno valente d fé
2 Reis 16 – Uma inumerável quantidade de adversários, um servo assustado, mas o crente de visão espiritual
2 Reis 18 – Havia um inimigo poderoso e em maior numero, mas existia um rei humilde diante de Deus


2- QUAL A VISÃO BÍBLICA PARA O FIM?
– “… o fim vem! O fim vem sobre os quatro cantos da terra.” (Ez 7.2).
– “… porque o fim virá…” (Dn 11.27).
– “… o fim está próximo…” (1Pe 4.7).

3- O QUE NOS LEVA A CAMINHAR CONFIANTE ATÉ O FIM?
·         Porque esse é o objetivo da nossa chamada. (v.13; Mt 24.13).
·         “Porque melhor é o fim das coisas do que o princípio delas…” (Ec 7.8).
·         “Por que… aquele que há de vir virá; e não tardará.” (Hb 10.37).
·         Porque no fim seremos recompensados. (Ap 2.10; 22.12).

4- O QUE É PRECISO QUE FAÇAMOS PARA ALCANÇAR FIRMES O FIM?
·         Deixar todo embaraço. (Hb 12.1).

– “Portanto, nós também, pois, que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta.”
·         Prosseguir para o alvo. (Fl.3.14).
– “Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.”
·         Combater o bom combate. (2Tm 4.7).
– “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”
·         Perseverar até ao fim. (Mt 10.22).
– “… aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo.”

CONCLUSÃO
Deus dará vitória para os que verdadeiramente forem até o fim.
Prossiga! A Escritura Sagrada diz: “… aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo.” (Mt 10.22).
Persevera! – “… Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” (Ap 2.10).


NUNCA RETROCESSEDA. SEJA FIEL ATÉ O FIM

quinta-feira, 25 de junho de 2015

OS MUROS DE NOSSAS VIDAS

Texto: Ne 1.1-11

INTRODUÇÃO:
Na antiguidade era comum que as cidades possuíssem grandes e poderosos muros ao seu redor, para lhe servirem de proteção. Toda a vez que um exército ia atacar uma cidade, ele precisava abrir brechas nesses muros ou derrubar seus portões, para assim tornarem possível a invasão e tomada desta cidade.
Quando olhamos para a nossa vida como um todo, perceberemos que também temos muros espirituais ao nosso redor, que nos protegem contra os ataques de nosso inimigo, dificultando e ou impedindo que sejamos atingidos.
Mas o que leva aos nossos muros ruírem, para que precisemos levantá-los?

1. AS NOSSAS LUTAS PREJUDICAM OS NOSSOS MUROS DE DEFESA.
Amados, é necessário que tenhamos entendimento que apesar de estarmos com Cristo, estamos em guerra constante contra as hostes da maldade. Somos parte do exército de Cristo e o inimigo não nos deixará quietos, pois sabe que o nosso sucesso representa a derrota dele.
Por isso temos que ficar atentos, alertas, pois não temos escolha, estamos em guerra e um soldado desprevenido na guerra se torna alvo fácil. Muros desprotegidos são facilmente derrubados pelo inimigo.
Neemias reconstruiu as muralhas da cidade desde a Porta das Ovelhas, a norte, passando pela Torre de Hananel, no canto noroeste, a Porta dos Peixes, a oeste, a Torre das Fornalhas, no canto sudoeste do Monte do Templo, o Portão do Estrume, no sul, até a Porta Leste e o portão além da Ponte Dourada, a leste.
2. COMO NOSSOS MUROS SÃO RACHADOS POR DENTRO (MALEDICÊNCIA)?
Os ataques podem vir de fora para dentro, mas também podem ser feitos de dentro para fora como num cavalo de Tróia. É preciso estar atento às armadilhas do inimigo, para que não sejamos subjugados por ignorância.
 a. COMO NOSSOS MUROS SÃO RACHADOS POR FORA (PECADOS)?
A Palavra do Senhor nos ensina que os anjos de Deus estão ao nosso redor (Sl 34.7) “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra”. Veja que o anjo só acampa ao redor de quem teme ao Senhor, ou seja, daqueles que seguem suas leis, que andam em seus preceitos, que amam a Deus e sua justiça.
Quando pecamos, criamos brechas que servem para que o inimigo tenha maiores chances de vitória contra nós, pois podemos perder essa proteção, esse muro.
Deus também é visto como um poderoso muro (escudo) para nós, veja: (Sl 7.10) “O meu escudo está com Deus que salva os retos de coração”. Veja que a Palavra diz: “os retos de coração”. Veja também: (Pv 2.7) “Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos ; escudo é para os que caminham na sinceridade”.
Isso nos mostra que o Senhor nos guarda, pois têm uma aliança conosco, mas não têm obrigação alguma de nos proteger quando escolhemos o caminho do pecado.
 b. ONDE NOS MUROS INICIAM AS RACHADURAS INTERNAS (FALTA DE FÉ E O “NÃO TEM PROBLEMA”).
A falta de Fé também afeta nossa defesa, pois em (Ef 6.16), a fé é vista como o escudo de nossa armadura espiritual e se não temos fé nossa armadura está incompleta.
Temos de tomar cuidado também com o famoso “Não têm problema”, pois quando não conseguimos ver o pecado em certas situações esse pecado se infiltra em nossa vida e começa a destruir-nos de dentro para fora.
3. O QUE É PRECISO FAZER PARA REERGUERMOS OS MUROS DE NOSSA CIDADE FORTE?
Precisamos pagar um preço para que isso aconteça, pois destruir é muito fácil, mas construir demanda tempo e trabalho.
 a. ATITUDE DE IMEDIATA DE  ORAÇÃO E JEJUM.
Tendo eu ouvido estas palavras, assentei-me, e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus” (v.4).
1- A nossa Oração.
A lenha a ser posta no fogo é a nossa oração. “O combustível do crente.” A oração na vida do crente, não é questão de escolha ou opção, é uma questão de necessidade e sobrevivência espiritual. As Sagradas Escrituras dizem:
– “… sobre o dever de orar sempre e nunca desfalecer.” (Lc 18.1).
– “… perseverai na oração.” (Rm 12.12b).
– “Perseverai em oração…” (Cl 4.2).
– “Orai sem cessar.” (1Tss 5.17).
Quando perseveramos em oração – “o fogo pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará…” (Lv 6.12ª). 
Hei, mantenha a chama acesa! Lembre-se: “Sem lenha, o fogo se apagará…” (Pv 26.20ª).

Precisamos buscar um direcionamento de Deus e uma nova intimidade com Ele, para vermos quais serão as estratégias necessárias para que possamos realizar a edificação desses muros. Precisamos apresentar ao Senhor as áreas de nossa vida que precisa ser reconstruída.
 b. . ATITUDE DE IMEDIATA DE CONFESSAR OS PECADOS.
“Estejam, pois, atentos os teus ouvidos, e os teus olhos, abertos, para acudires à oração do teu servo, que hoje faço à tua presença, dia e noite, pelos filhos de Israel, teus servos; e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, os quais temos cometido contra ti; pois eu e a casa de meu pai temos pecado” (v.6).
Como poderemos reconstruir senão tirarmos os fatores que corroem o muro? Precisamos confessar os pecados, não só os nossos, mas também do nosso povo (como fez Neemias), da nossa família, igreja, bairro, cidade, etc. Precisamos nos colocar na brecha como intercessores para que as conseqüências dos pecados cometidos por eles, não venham agir sobre nós, como parte do todo.
Podemos achar que não somos responsáveis por confessar esses pecados, pois talvez não sejamos o líder desse grupo ou daquele, mas quando Neemias fez a confissão dos pecados de seu povo, ele era apenas o mordomo do Rei, ele ainda não havia recebido autoridade sobre o povo, mas fazia parte deste povo e sofria pelas conseqüências desses pecados.
Ex: Naamã queria libertação porém necessitava humilhar diante de Deus para alcançar a vitória: 2Reis 5.1,9-14
1- Naamã.  Naamã, hb. “Agradável.” Comandante do exército da Síria:
·                     Rico, bem sucedido e conceituado diante do rei. (v. 1a).
·                     Foi um vitorioso comandante do exército da Síria. (v. 1b).
·                     Um homem valoroso. (v. 1c).
·                     Porém leproso. (v. 1d).

c. RECOMPROMISSO COM OS PROPÓSITOS DE DEUS PARA RESTAURAÇÃO DE TUDO
A) A Palavra é Poderosa e Inflama:
·         O Senhor disse. (Jr 23.29).
– “Não é a minha palavra como fogo?…”
·         Os dois discípulos no caminho de Emaús. (Lc 24.32).
– “E disseram um para o outro: Porventura, não nos ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava e quando nos abria as Escrituras?”  

B) A nossa Consagração. (Lv 6.18).
Pela própria experiência muitas pessoas sabem que lenha encharcada ao invés de alimentar o fogo, o apaga. Mesmo com o cuidado persistente da pessoa interessada, poderá haver apenas muita fumaça e ao cessar dos assopros, pode pagar-se. Vidas não consagradas são “lenhas encharcadas”, que resistem ao fogo do Espírito Santo.
·         Esta é a vontade de Deus. (1Tss 4.3).     
– “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação…”
·         É a razão da nossa chamada. (1Tss 4.7). 
– “porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santificação.”
·         É a condição essencial para ver o Senhor. (Hb 12.14). 
– “… sem a santificação, ninguém verá o Senhor.”
·         É a condição essencial para ter Comunhão com Deus. (Lv 19.2).
– “… Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo.”
·         É a condição essencial para manter o altar em chamas. (Lv 6.12).
– “o fogo pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará, mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã…”


CONCLUSÃO
Quando temos consciência de nossa posição como igreja e como cristãos no sentido de responsabilidade por levantarmos os muros de defesa em nossa vida, família, igreja, etc.; teremos maior facilidade em ampliar nossos horizontes e territórios pois não estaremos dando dois, três passos para frente e a mesma quantidade de passos para trás, para corrigir erros e danos causados pela falta de muros em nossa vida.
Viveremos um tempo de maior conforto e vitórias em Nosso Senhor Jesus Cristo.


domingo, 14 de junho de 2015

CRENTE COMPROMISSADO


CRENTE COMPROMISSADO
Jo 8.31-36

INTRODUÇÃO:
O discipulado genuíno é o caminho preparado por Jesus para todos os seus discípulos. Este processo tem resultados aqui e agora, trazendo uma vida vitoriosa, como também, nos leva a vida eterna para morar com o Pai.

Vamos entender este processo:

1- POSTURA DE OBEDIÊNCIA À PALAVRA DE CRISTO (v.31) -
 "Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente, sereis meus discípulos".
- O verdadeiro discípulo de Jesus tem normas a serem cumpridas e estas estão contidas na Palavra de Deus.
- A Palavra de Deus tem princípios imutáveis, que regem a vida de um discípulo, como rege todo o universo.
- A Palavra foi deixada por Deus, para ser vivida integralmente e não questionada.
- O discípulo precisa tomar uma decisão: Se está escrito na Bíblia, crer sem questionamentos.

2- MANISFESTAÇÃO DE CRESCIMENTO NA VERDADE (v.32)
 "e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará".
- A submissão obediente à Palavra de Cristo, traz conhecimento progressivo da verdade.
- Jesus é o caminho, a verdade e a vida (Jo 14.6).
- O caminhar de um discípulo precisa ser de crescimento contínuo.
- Precisamos hoje, ser melhores do que ontem e amanhã sermos melhores do que hoje.
- A medida que a verdade for sendo revelada, a libertação acontecerá. É um processo progressivo.

3- LIBERTAÇÃO AUTÊNTICA DO PODER DO PECADO (v.36)
 "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres".
- Pecado é errar o alvo, pés tortos, escravidão, maldição, cadeias, domínio de satanás na vida de uma pessoa.
- Pecado é quebra de princípios estabelecidos na Palavra de Deus.
- A submissão obediente à Palavra de Cristo, traz conhecimento progressivo da verdade e a libertação do jugo do pecado.
- Um filho, debaixo do jugo do pecado, não é ouvido pelo Pai - "Ora, nós sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a Deus e faz a sua vontade, a esse ouve" (Jo 9.31).
"Mas as vossas iniqüidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça" (Is 59.2).
- O verdadeiro discipulado é caracterizado pelo combate contínuo ao pecado, confrontando-o - "Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado" (Hb 12.4).
- A verdadeira liberdade só é conquistada quando somos livres do pecado.

4- CAMINHAR COMO HERDEIRO DE DEUS NESTE MUNDO (v.35)
"Ora, o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre".
- O verdadeiro discipulado anula a orfandade na vida de um discípulo - "Vejam como é grande o amor do Pai por nós! O seu amor é tão grande, que somos chamados de filhos de Deus e somos, de fato, seus filhos. É por isso que o mundo não nos conhece, pois não conheceu a Deus" (1 Jo.3.1).
- O Salmo 23 diz que habitaremos na casa do Pai, por toda a eternidade

CONCLUSÃO:

A submissão obediente à Palavra de Cristo, traz conhecimento progressivo da verdade, libertação do jugo do pecado, e direitos de filhos no lar de Deus. Após este caminho percorrido, temos uma responsabilidade dada por Jesus em João 15.16 - "Não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, fui eu que os escolhi para que vão e dêem fruto e que esse fruto não se perca. Isso a fim de que o Pai lhes dê tudo o que pedirem em meu nome."

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