quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

QUERO SER FELIZ EM 2016

"Existem apenas duas maneiras de ver a vida. Uma é pensar que não existem milagres e a outra é que tudo é um milagre." (Albert Einstein)
Em 2016...
Ame, como se ninguém nunca houvesse feito você sofrer. Trabalhe, como se não precisasse do dinheiro. Dance, como se ninguém estivesse olhando. Cante, como se ninguém estivesse ouvindo. Viva, como se fosse no paraíso! Sirva ao Próximo e Trabalhe na sua Igreja como se Jesus fosse voltar amanhã.
Deixe um rastro de Inspiração e Esperança por onde você passar.
Fuja de maledicências, fuja de trapaças, fuja da prostituição, fuja da avareza, fuja do engano. A vida esta cheia de gente marcada por fortes e duros enganos e frustrações profundas...
Perdoe com todas as forças de seu coração, ainda que para isso tenha que contrariar a sua própria vontade pessoal... Ganhe a vida e deixa com Deus a Justiça e não espere por ela nos relacionamentos. Seja verdadeiro...
Curta o que de melhor a vida lhe oferece com toda intensidade, como se fosse o último dia de sua vida. A vida muitas vezes é curta, mas mesmo assim seu caminho é longo. Nela aprendemos a sorrir, chorar, amar, sofrer e a renascer, para amanhecer e termos um lindo dia.
Ore com vontade e sem vontade, mas ore... Sempre te fará bem a oração...
Ore antes dos problemas, em meio a dor, nas construções da vida, na paz, nas dúvidas, nos projetos e durante as alegrias.... Ore sem cessar...
Não pense apenas em você, lembre-se do próximo, tenha pensamento Coletivo...
Não espere a dor para pedir perdão... Não deixe a dor assumir o controle de sua vida... Perdão verdadeiro existe onde ninguém julgue ser capaz de perdoar. Então,perdoe com fibra e humilde resignação... Perdoe para libertar-se de si mesmo e do veneno da mágoa... Perdoe.
Creia no futuro e tenha sonhos....
Sonhe com um amanhã brilhante, realizador, prospero, forte e solidário.... Sonhe
Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje; o ontem já passou e o amanhã talvez não chegue.
Confie e Sirva a Deus e ao Próximo não por modismo, mas por singularidade... Faça uma história de vida que nos dias difíceis você se lembre que é útil e o mundo precisa de você...
Lembre-se, Você é Um Projeto de Deus para essa Geração. Você é uma Bênção..
Seja Feliz Sempre com Cristo!
E Isso é Só o Começo...

E a Bíblia Diz:

Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês', diz o Senhor, 'planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro.” (Jeremias 29:11)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

NÃO SEI PARA QUE SERVE O NATAL


 Aproxima-se o fim do ano. É tempo de festividades. A câmara da cidade de Coimbra convidou as pessoas para que saiam a noite para ver a iluminação da cidade. Sendo assim, Natal nada mais é do que uma atração turística.
            Os comerciantes ficam na expectativa de que possam vender mais, pois Natal é troca de prendas é a oportunidade de vender e lucrar um mais. As pessoas esquecem-se do momento de crise e procuram de alguma maneira satisfazer ou alegrar aqueles que amam dando-lhes prendas e o comércio agradece.

Será isto o Natal?
            Natal está relacionado com nascimento. É dia de nascimento. Portanto, falar de Natal é falar do nascimento de alguém. É celebrar a vida. É essencial saber a vida de quem celebramos e porque a celebramos.
            Quando falamos das festividades de Natal, falamos do nascimento de Jesus, mas é isto que estamos a celebrar?
            Se Natal é a festividade que celebra o nascimento de Jesus, como entender uma escola aqui em Coimbra que em nome da laicidade diz que não se pode falar do nascimento do menino Jesus?
            Esta escola assume a postura que é vivida por muita gente. Celebra-se o Natal, sem a pessoa do Natal. Substituiu-se o ser do Natal por uma festa vazia de significado. Entretanto, esta escola, que se recusa falar do menino Jesus por causa da sua laicidade aceita celebrar o Halloween, uma festa pagã e diz que no natal deve-se falar do Pai Natal (São Nicolau), um santo da igreja católica. É o contra-senso e o absurdo imperando em nossos diz. Em nome da laicidade se proibi falar de Jesus, mas celebra-se um santo da religião e um culto do paganismo.

Que laicidade é esta?
            Nossa sociedade Pós-Moderna e pós cristã deseja destruir todos os valores e os fundamentos da nossa cultura e os pilares da sociedade ocidental. O que as pessoas não estão a perceber é que a destruição dos valores esta gerando uma sociedade vazia, desesperada e acima de tudo, fazendo com que os nossos jovens se voltem para movimentos extremistas que prometem uma solução e lhes dão algum sentido de pertença.
            Celebrar o Natal é olhar para pessoa de Jesus, mas esta sociedade laica diz que podemos falar de Pai Natal, mas não de Jesus.
            Olhando para esta realidade devemos nos perguntar: O que realmente significa o Natal?

Natal significa que Deus é fiel e cumpre com a sua Palavra
            Deus é um Deus de Palavra. Mateus declara o seguinte: “Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor havia declarado pelo profeta: A virgem engravidará e dará à luz um filho, a quem chamarão Emanuel que significa: Deus conosco” (Mt 1.22-23). O foco é para o cumprimento da profecia de Isaías 7.14. Ele faz uma releitura do texto e mostra que a verdadeira interpretação do mesmo fala de Jesus. Ele diz que Deus não esqueceu dos seus e por isso, Jesus nasceu.
            Deus cumpre suas promessas. Deus cumpre o que diz as Escrituras. O nascimento de Jesus é o cumprimento de tudo o que vem narrado nas Escrituras. É o cumprimento de que a semente da mulher veio para pisar a cabeça da serpente. Esta foi a promessa de Deus lá no Éden: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a descendência dela; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” (Gn 3.15).
            Pensar no significado do Natal é refletir sobre a fidelidade de Deus. É pensar na sua imutabilidade. Deus permanece fiel à sua Palavra. Ele a empenhou a nós e mesmo que não sejamos fiéis, mesmo que falhemos e falhamos, Ele não falha. Nós somos infiéis, mas Ele permanece fiel. Paulo escreveu: “Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.” (2 Tm 2.13). Natal nos fala da fidelidade de Deus. Fala-nos de um Deus não desiste de nós.
            O Natal mostra-nos que Deus não mente. Ele cumpre o que prometeu. Deus não mente (Tt 1.2) e sendo assim, o nascimento de revela-nos a graça e o amor fiel deste Deus que não desiste de nós.
            É verdade, celebrar o Natal é proclamar ao mundo que Deus é fiel e cumpre o que diz na sua Palavra.

Natal significa que chegou o tempo exato de Deus
            O nosso tempo é o tempo das mudanças. Queremos respostas imediatas. Vivemos presos ao “cronos”. Agimos neste tempo e estamos presos a ele. Vivemos na azáfama do dia-a-dia e muitas vezes desejamos que o nosso dia tivesse mais horas.
            O apóstolo Paulo fala do tempo exato de Deus. Ele utiliza a expressão “plenitude dos tempos” o tempo certo, o tempo perfeito. Este é o tempo de Deus. Paulo declara: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.” (Gl 4.4-5). Este tempo exato mostra-nos que Deus age na história e através da história. Ele age na conjugação dos fatos e é através deste processo que o seu tempo acontece.
            Esta declaração do apóstolo fala da tradição do pai determinar o tempo limite da menoridade do seu filho. Esta menoridade ou escravidão sob a lei durou aproximadamente 1.300 anos e foi um período longo e árduo. O que é dito sobre a plenitude do tempo é que a antiga era chegou ao fim e eis que surge a aurora da nova. É o tempo da plenitude dos tempos. É a chegada na nova era: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho.” (Mc 1.15). É tempo de desfrutar da maioridade oferecida pelo Pai. É tempo de desfrutar da liberdade.
            Quando olhamos para a história e entendendo os acontecimentos históricos, percebemos que para o culminar do tempo de Deus. É a conjugação de vários fatores que determinam a plenitude dos tempos. Quais são os fatores que determinam a plenitude dos tempos?
            Em primeiro lugar, havia uma potência dominante. Roma havia conquistado e subjugado o mundo conhecido. O império romano desenvolveu um excelente sistema de estradas que facilitavam as viagens. O ir e vir, mas este ir e vir podia ser feito em segurança por causa das legiões romanas que as guardavam. Era um período de paz e segurança. Havia sido desenvolvido um excelente sistema de comunicação que ligava todos os centros estratégicos do império com a cidade de Roma.
            Em segundo lugar, a Grécia contribuiu com a língua. Esta tornou-se universal e era utilizada para o comércio e não somente isto. Foi fomentada toda uma cultura que criou o mundo ocidental.
            Em terceiro lugar, este foi um período da falência dos deuses. Os deuses mitológicos da Grécia e de Roma perderam sua influência e surgiu no coração das pessoas a fome de uma religião que fosse real que satisfizesse o ser humano.
            Em último lugar Israel, um povo que estava escravizado, mas que temia e adorava ao único e verdadeiro Deus. Um povo que estava agrilhoado e preso, mas que estava na expectativa da manifestação do Messias, o Libertador.
            É neste contexto que se dá “a plenitude dos tempos”, e é aqui que vemos o agir de Deus da seguinte maneira:
            Deus enviou seu filho. A idéia aqui é muito mais que um simples comissionamento. O texto nos fala da pré-existência de Jesus. Este é um ponto que Paulo foca sempre em suas cartas (1 Co 1.8; Fp 2.6ss; Cl 1.15ss). Ele é enviado, saindo de um estado anterior. Ele não foi criado. Ele já existia.

Qual foi o objetivo da vinda de Jesus?
            O texto apresenta-nos duas realidades. Sendo assim, podemos dizer que no tempo exato de Deus duas coisas maravilhosas aconteceram:
            A primeira é que o tempo exato de Deus acontece para que possamos ser resgatados. Jesus entra na história para nos libertar. Ele vem para nos tirar da escravidão. Nós estávamos sob o peso da “lei”, reféns da mesma, mas o Senhor vem para nos resgatar. Ele vem nos redimir. Vem efetuar a nossa redenção.
            A segunda é que o tempo exato de Deus é para nos adotar como seus filhos. Esta palavra adoção é utilizada apenas por Paulo e traz consigo os privilégios da filiação. Em Cristo, os que foram resgatados tem o direito de ser filhos.
            Esta metáfora de Paulo esta vincada no procedimento legal da cultura grego-romana onde um homem que não tinha filhos poderia receber em sua família um jovem escravo, que por bondade do seu senhor, deixava de ser escravo e passava a ser filho e herdeiro.
            O Natal significa que chegou o tempo exato em que Deus agiu na história para nos libertar e fazer-nos seus filhos.

Natal significa humilhação
            Pensamos apenas na festa. Pensamos nas luzes e na alegria, mas o Natal é muito mais do que isto. Natal é humilhação. O Deus Todo-Poderoso humilha-se. Ele iguala-se a nós, faz-se um de nós. É interessante ver o que nos diz o apóstolo sobre este aspecto: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,
Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.” (Fp 2.5-8).
            Pensar no Natal é pensar no esvaziamento de Deus. Ele não deixou de ser Deus, mas esvaziou-se. Deixou de lado a sua glória (Jo 17.5). É o Deus que se apequena, humilha-se e assume a forma de homem.
            O Deus Todo-Poderoso humaniza-se. Ele se apequena e assume as características humanas, se fragiliza, torna-se dependente e além do mais, assume a forma de servo. Na forma de servo, foi obediente e obediente até a morte de cruz.
            Ele é o Deus que se humilha e é humilhado. Humaniza-se e torna-se um servo obediente que é pendurado na cruz. Ele é o rei do desprezo e do escárnio (Lc 23.33-38). Ele é o rei da zombaria.
            O Deus Todo-Poderoso humilha-se aceita morrer como um amaldiçoado (Gl 3.13; Hb 12.2). Ele morreu da forma mais humilhante e dolorosa que havia e fê-lo por amor de nós.
            Falar sobre o Natal é falar sobre o Deus que ama e ama de tal forma que se humilha para nos abençoar.


Conclusão
            O que estamos a celebrar?
            Sabemos realmente porque Jesus nasceu?
            Qual o significado do seu nascimento?
            Creio que podemos resumir tudo em três declarações:
1.    Deus é fiel e cumpre à sua Palavra

2.    Chegou o tempo exato de Deus

3.    É esvaziamento e humilhação.

            Uma escola em nome da laicidade recusa-se a falar de Jesus.

            Esta é a sociedade pós-moderna e pós cristã que vivemos, mas que jamais abdiquemos dos nossos valores e principalmente do verdadeiro significado do Natal.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

COMO SOU INFELIZ...

 Poderá ter o melhor parceiro ao seu lado, mas continuará infeliz se não tiver um romance com a própria vida.(Augusto Cury)
Você é infeliz...
Sim, você é infeliz... O sol nasceu nesta manhã e você não foi comprimenta-lo...
O vento soprará em sua pele e você não irá acariciar seu braço ou levantar suas mãos para saudá-lo...
Uma árvore te oferecerá sua sombra e você não retribuirá nem com um copo d’água em sua raiz...
O solo irá garantir sua estabilidade e você não irá remover o lixo que o desonra...
Uma criança esperançosa irá sorrir e você achará isso uma tolice...
A chuva poderá vir sobre você, molhando sua face, seus cabelos e regando a terra, mas você somente irá reclamar das nuvens cinzentas...
Tendo grandes amigos, irá chorar por umas poucas moedas perdidas...
Em hora de grande realização você irá lembra dos dias de grande frustração... Infeliz
Ao entardecer haverá um degrade no horizonte, num misto de luzes naturais, mas você estará reclamando do dia difícil que viveu...
Perdoa os erros de algumas celebridades e não perdoa a si mesmo... Infeliz...
Quando o crepúsculo vier, você terá um espetáculo ambiental fora do normal sobre sua cabeça, mas você poderá ficar dominado por suas lagrimas de decepções  com pessoas e coisas...
Podendo mudar a si mesmo, fica infeliz a esperar e desejar que os outros mudem...
A lua dará um show de vários tons e atos só para o lugar onde você habita, mas seus olhos podem se fixar no chão confuso de seus lamentos repetidos...
Fria e Calmamente a madrugada envolverá você num cobertor de alucinações e te renovará com sonhos, pesadelos e projeções, mas você nem perceberá que ganhou uma nova chance para viver em cada manhã...
Você é infeliz... Todas as vezes que se compara a alguém, deixa-se dominar pelos sentimos contaminados de preconceitos e fobias, fica cego para a realidade, paralisa-se diante das oportunidades e se esconde de si mesmo... Você é infeliz...
Infeliz enquanto busca fora de você o centro de suas realizações ou isola o seu eu num culto a si mesmo... Você é infeliz...
E sempre será infeliz em todas as vezes que não se permitir renascer, reviver, reinventar, redefinir, reconstruir... e voltar a ser você mesmo como nos dias de sua infância pela pureza, de sua juventude pelos sonhos e de sua vida adulto pelo equilíbrio e prudência...
Feliz é quem sempre do pouco extrai o muito e do muito partilha com todos...
Não julgue, não condene, não despreze..
Ame, Perdoe, Ajude e Cresça em si, por si e com os outros... O mundo será melhor com sua contribuição muito mais do que com seus lamentos.
Seja feliz...
E a Bíblia Diz:
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus; Mateus 5:8




sábado, 5 de dezembro de 2015

NINGUÉM ME JULGUE!!!

Grandes pessoas discutem idéias; pessoas médias discutem eventos; pequenas pessoas discutem com pessoas. (Mark Twain)
 
Quando criança, por causa de meu caráter impulsivo, tinha raiva a menor provocação.
Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes me sentia envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado.


Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas depois de uma explosão de raiva, me entregou uma folha de papel lisa e me disse:
- Amasse-a!
Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha.
- Agora - voltou a dizer-me - deixe-a como estava antes.
É óbvio que não pude deixá-la como antes. Por mais que tentei, o papel ficou cheio de pregas. Então, disse-me o professor:
- O coração das pessoas é como esse papel... A impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados.
Assim aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto Vontade de estourar, lembro deste papel amassado.
A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar.
Quando magoamos com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas é tarde demais.
Alguém disse, certa vez: "Fale quando tuas palavras sejam tão suaves como o silêncio".
E A Bíblia Diz:

Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa? Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas, ou a videira figos? Assim tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce. (Tiago 3:11,12)

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